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SOPERJ realiza Jornada de Hipertensão Arterial Sistêmica

 

 

 

SOPERJ realiza Jornada de Hipertensão Arterial Sistêmica

e discute a importância da aferição da PA em crianças

As Doenças Cardiovasculares (DCV) são, atualmente, a maior causa de mortes no mundo, tendo sido responsáveis por mais de 17 milhões de óbitos em 2008. A Organização Mundial de Saúde estima que em 2030 quase 23,6 milhões de pessoas morrerão de doenças cardiovasculares. Dentre as DCV, a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) constitui importante fator de risco para complicações cardíacas, renais, oculares e cerebrovasculares, sendo considerado um problema de saúde pública em âmbito mundial devido à alta prevalência e baixas taxas de controle.

Os Comitês de cardiologia e nefrologia pediátricas da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro (SOPERJ), abordaram o tema em jornada realizada no último dia 18, no auditório do CREMERJ, em Botafogo. A importância do evento foi ressaltada pela presidente do Comitê de Cardiologia Pediátrica da SOPERJ, Dra Talita Nolasco Loureiro e pelo Dr Arnauld Kaufman, presidente do Comitê de Nefrologia Pediátrica. Para o pediatra, a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma realidade cada vez mais frequente, uma vez que o sedentarismo, a má alimentação, e os hábitos atuais, nos quais as crianças permanecem muitas horas em computadores e celulares e pouco ou nenhum tempo em atividades físicas o que eleva o número de obesos.

A Prevalência de HAS na infância hoje é de 3 a 5%. No Brasil, estudos revelaram que a prevalência da hipertensão em adultos variou entre 22,3 e 43,9%, com média de 32,5%. Sabe-se que a hipertensão arterial sistêmica na fase adulta começa na infância. Daí a importância do pediatra de fazer o diagnóstico com boa anamnese, exame físico e adequada aferição da pressão arterial da criança nas consultas médicas. Dr Arnauld afirma que a família precisa abraçar a causa de mudança de hábito de vida, de mudança de alimentação e incluir atividade física da família como um todo. Obesidade, sobrepeso, inatividade física, alimentação irregular e questões familiares favorecem a HAS e essa evolui para lesões de órgãos alvo, estas são: doenças vasculares, renais, oculares (retina), cerebrais e cardíacas. A utilização de estratégias e abordagens que identifiquem com mais precisão as crianças em situação de risco, oferecem benefícios tanto para o indivíduo com hipertensão como para a sociedade

 

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